sábado, 14 de setembro de 2013

O Céu do amor


Qual poderia ser a maneira mais correta de unir as pessoas? Não só uni-las aqui, mas levá-las ao céu. Não aqueles céus feitos por fumaça cheirosa, luzes coloridas e sorrisos esbranquiçados. Ou talvez, os céus de velocidade, rodas de liga e música alta. Eles são apenas isso, levam daqui pra ali, afagam corações, porém a música acaba junto com a bateria. A gente caminha chega em outros lugares, mas permanece exatamente ali onde sempre esteve.

Cada vez mais a gente se convence de que não tem jeito, mas nossa busca por soluções é apenas isso. A gente entra naquele veículo, liga o som e vai ao encontro do céu. Mas o céu raramente é amor. A gente passa por aglomerados, mas quais realmente são aglomerados de amor? Vidas se aglomeram atrás de felicidade, poucas aglomeram por amor, pelo amor... para produzir amor.

A gente consegue olhar para as preces, para os joelhos calejados, para as campanhas da família... mas não consegue olhar para o céu do amor. A gente não consegue olhar para um céu que é feito de perdão, respeito, é feito de carinho. Um céu que é feito por atitudes. Um céu que é feito por multidões de pessoas, e se pessoas, diferentes por definição.

O céu do amor só existe quando a gente ama e nem sempre quando a gente é amado, o azul do céu, com a claridão do sol fazendo sombra nas montanhas existe escondido lá dentro da gente. O céu dos aglomerados as vezes é preconceito. Preconceito não é vida, não é Deus, é morte.

E as soluções são caminhos que passam pelo amor e não acenam. Existem aglomerados que falam sobre amor, mas amor de verdade é aquele que pode ir e voltar. Se eu vejo um garotinho amando um cachorrinho, eu vejo que ali existe amor de verdade. Mas se o amor que eu olho é ao dinheiro, ao meu status, ao meu iPhone então ele não é amor.

O céu do amor não é aquele que está escrito, não é documento, não é uma cerimônia. O céu do amor é amizade. Quem quer solução, queira produzir amor. Ninguém precisa procurar o amor, apenas precisa o produzir e quem produz amor, encontra o amor em todas as coisas.

Quem encontra o amor, encontra Deus.

by Calebe Ribeiro.



terça-feira, 19 de março de 2013

O Maior Milagre: Salvação de Almas

“Enquanto isso, o glorioso poder do Espírito ocupava-lhes todo o pensamento. Naquela semana, noite após noite, as pessoas presenciaram milagres tão impressionantes quanto andar sobre o mar ou multiplicar pães e peixes. Afinal, que outro milagre é maior que a regeneração de seres humanos? Pessoas rudes, abrutalhadas e entregues ao alcoolismo eram transformadas em alegres seguidores de Cristo, praticantes da oração”.
Trecho do livro “Em seus passos o que faria Jesus?”  Charles M. Sheldon Capítulo 11 Página 114 


Todo sofrimento que as pessoas enfrentam, muitas tristezas e lutas criam em nós o que podemos chamar de súplica: queremos milagres. Queremos Deus mudando situações, retirando a dor, curando as doenças.

Somos simplórios, sentimentais... somos desatentos. Todo milagre que Jesus fez e faz nada mais foi e é ferramenta de levar o seu amor e através dele salvar almas. A cura da alma sim é o milagre nossos corações devem ansiar.

 Que nosso coração arda pelo milagre da salvação.

Calebe Ribeiro.



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Simplicidade



Para agora e os outros dias, vamos de simplicidade.
Calebe Ribeiro.

sábado, 8 de setembro de 2012

O que já sabemos

Ouvimos tanto nos últimos dias sobre como devemos ser a adoração. Já entendemos que nosso corpo deve representar o mais puro meio de louvor. Já ficou claro que erguer o tom da voz em cânticos ou reclinar a cabeça para reconhecer, são apenas alguns setores do que Deus entende de vida.

 Compreendemos que nosso andar, vestir, trabalhar são outros setores que podem nos tirar a atenção de Deus, mas viver sob os pilares dEle em todos estes é reconhecer que Ele é quem nos direciona.

 De muitas maneiras e de todos os lados recebemos bons ensinamentos, e mesmo sabendo muito, deixamos as coisas de lado. Às vezes a mensagem do culto de domingo é sobre o Cego de Jericó ou a conversão de Zaqueu. Mesmo que no nosso íntimo lembramos que conhecemos a história do inicio ao fim é o que se tem, é o que se precisa, é o que deve-se lembrar.

 Andei pensando, como não gostamos de que ensinem o que já sabemos. Ao ouvir uma piada ou fato que aconteceu, prontamente queremos avisar que já sabemos, que não interessa. Raramente valorizamos a personalidade do orador, a visão e o que ele viu que nós deixamos de lado.

 Porque dizemos que o se humano é egoísta? Porque dizemos que precisamos de humildade? Qual é o objetivo de ter caráter e respeitar o próximo com amor?

 Sub-aproveitamos as bênçãos de Deus porque não temos paciência para esperar o refrão da música. O amadurecimento, o crescimento, a aquisição de saber e de virtudes depende disso, depende do que “já sabemos”.

 O poço de sabedoria é infinito, quem o limita somos nós.

Fiquem com Deus.
Calebe Ribeiro